Visita a Inhotim - Galeria Miguel Rio Branco

    A galeria visitada pelo meu grupo foi a Miguel Rio Branco que me surpreendeu pois a primeira vista a atmosfera criada pelo o som, a iluminação do local, a falta de janelas e algumas obras me fizeram pensar que a inspiração do artista era algo voltado para o sobranatural, porém após ler as descrições das obras ficou mais claro as intenções do autor.

    A galeria é  composta por dois andares o primeiro com fotografias de Miguel Rio Branco e segundo com quatro salas com pinturas, projeções, fotografias e um curta metragem.

        No segundo andar, o qual nos visitamos primeiro há uma sala quase toda escura e as luzes estão somente próximas há uma série de pinturas em uma parade e fotografias em outra, que causam estranheza a quem vê pela primeira vez.


     Na segunda encontramos uma série de projeções em panos pendurados no centro da sala que retratam as suas fotografias de tubarões que contratao a ideia de ameaça que esse animais representam com a leveza do matéria utiliza e também e é posivel encontrar uma exposição com o mesmo material expondo suas fotos com indígenas Caipó no sul Pará, o foco narrativo são as expressões e gestos de um indígena chamado Amaú e o som que toca na instalação e parte de um ritual da aldeia e foi gravado pelo artista. Essas instalações receberam os nomes de tubarões de seda e diálogos com Amaú.


     Na sala seguinte a sala das fotos e pintura é posivel assistir um curta metragem chamado Nada levarei quando morrer, aqueles que me devem cobrarei no inferno, sobre a historia de prostituição e brigas no pelourinho, Salvador, nos anos 70, documentário começa alto astral com músicasmas logo vai se tornando bizarro, tanto os sins quanto as imagens e vídeos o que é interesse por que ao mesmo tempo que te gera desconforto faz com sentimos o desejo de continuar vendo, como uma imagem que te causa tripofibia mas você não consegue parar de olhar.

      Na sala ao lado há uma instalação com 400 imagens projetar feitas na fronteira do México com os Estados Unidos e com trilha sonora de canções populares americanas, as fotografias mostram a paisagem do deserto e se aproximam do gênero clássico da fotografia. Essa instalação chamada Entre os olhos e o deserto foi pra mim como um alívio depôs de ter visto o curta descrito acima e um descanso também já que ele tem um sofá e algumas poltronas confortáveis para sentar, ele todo escuro e com destaque de luz só para as imagens mas diferente das outras sala desse andar passar uma sensação de calma e tranquilidade. Também há algumas instalação para exploração sensorial mas por causa da escuridão eu não vi elas tanto que só soube disso após sair da sala.

       No segundo andar há somente uma sala com fotografias em todas as paredes a maioria delas se refere ao pelourinho da mesma situação do documentário, essa sala é bem iluminada não tem som ambiente e o chão é ocupado somente por um banco. Essa foi a sala mais tranquila e a mais calma.


   
       A galeria vista por fora tem formato parecido com um navio e está bem escondida pela paisagem com grandes árvore e plantas ao seu redor, o caminho que nosso grupo fez para encontra-lá torna a vista surpreende para quem está vendo pela primeira vez.


    Eu nunca tinha ido a Inhotim e nem tinha pesquisado sobre essa galeria então foi uma experiência de quebra de espectitavivas e estranhamento sobre as obras, no entanto foi uma experiência incrível entender suas motivações e a história por trás de cada uma.


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